O Xadrez não tem «visibilidade e prestígio» do ponto de vista do marketing desportivo, segundo um estudo brasileiro.

Recebi de Orlando Silvestre Filho, presidente da Federação Sul-Matogrossense de Xadrez (FESMAX), a quem agradeço reconhecido, o envio de um estudo sobre marketing desportivo, realizado pela empresa brasileira J. Cocco Sport Marketing. O estudo é muito interessante, porquanto, nos apresenta, como nos diz a sua autora, não apenas a abordagem do entretenimento e lazer mas sob «um enfoque empresarial». Esta empresa dedica-se há mais de 30 anos nas actividades de administração, deporto e marketing, tendo criado o Rank port Marketing, que, segundo afirma,  é «a única ferramenta disponível e confiável para avaliação e adequação do patrocínio desportivo». A J. Cocco Sport Marketing «utiliza o PhotoMind, um processo que fotografa e mede o grau e a qualidade de memorização que os espectadores tiveram após a realização de um evento». O estudo foi realizado no Brasil, como se pode comprovar com o «ranking geral genérico de adequação das modalidades ao marketing desportivo». Mas, pela listagem apresentada nada indica que em Portugal fosse muito diferente, salvaguardando as modalidades mais populares de cada país. Entre 55 modalidades, o xadrez aparece no modestíssimo 38º lugar neste estudo de Abril de 2009, descendo dois lugares em relação ao estudo de Outubro de 2006. O estudo é efectuado de acordo com 20 critérios, entre os quais adequação aos sexos, às faixas etárias e sócio-económicas, cobertura geográfica e população potencial e praticante, qualidade da marca da modalidade, visibilidade da imprensa, consolidação da modalidade, entre outros. Ranking geral genérico de adequação das modalidades ao marketing esportivo (o Ranking é atualizado permanentemente). Fonte: Rank Sport Marketing. Este estudo é esclarecedor da situação actual do xadrez enquanto desporto, em especial como a modalidade é vista de fora, pela população e pelos patrocinadores desportivos. O xadrez não é atractivo para patrocinar, apoiar ou simplesmente dar a cara por ele. Publicado em Brasil, Desporto , ,, | Nenhum Comentário » | por FV

Personagens de jogo de xadrez divulgam o Marketing Best 2008.

Pelo segundo ano consecutivo, a J.Cocco Comunicação e Marketing cria a campanha de divulgação do tradicional Prêmio Marketing Best, da Editora Referência, FGV-EAESP e MadiaMundoMarketing. Para esta vigésima primeira edição, estão sendo utilizadas, em cada anúncio, peças de jogo de xadrez como o Rei, Rainha, Bispo, etc. No anúncio com o Bispo, por exemplo, o título é: "Inscreva seu case no Prêmio mais desejado da paróquia.". Na ilustração vem um texto que diz: "Depois não adianta reclamar com o bispo".

 

The Best do Marketing Best. A J.Cocco criou também a campanha de divulgação da festa de homenagem aos 20 cases premiados ao longo dos 20 anos de Marketing Best. Ficha técnica: Criação: Carlos Roberto Lantin e Wagner Fornel | Direção de criação: José Estevão Cocco | Atendimento: Luciane Cristina Cocco

 

Fonte e Data: 06/06/2008 | http://www.jcocco.com.br/detalhesnoticia.php?codigonoticia=5

Marketing Best

Fonte: http://www.portaldapropaganda.com/premios/2003/04/0001


No marketing esportivo, o importante não é competir.
É vencer.

A J.Cocco Sport Marketing pratica o marketing esportivo sob um enfoque empresarial e não apenas de entretenimento e lazer. Mais do que know-how, a empresa tem o chamado know-who: sua experiente equipe sabe o que é melhor, quando, onde e para que. O negócio da J.Cocco Sport Marketing é buscar oportunidades para as marcas ganharem visibilidade e prestígio.

Em parceria com agências e outras organizações, mais do que criar eventos, a J.Cocco Sport Marketing planeja, organiza, realiza e comercializa com o compromisso de maximizar todos os investimentos feitos. “Isso porque nossa vivência mostra que no negócio do marketing esportivo somente alguns esportes fazem sucesso com amadorismo”, afirma José Estevão Cocco, diretor-presidente da empresa.

A J.Cocco Sport Marketing realiza marketing esportivo antes mesmo dessa atividade ter esse nome. Ela coloca à disposição do mercado sua expertise e experiência, adquiridas durante mais de três décadas de atividade no Marketing Esportivo, Administração Esportiva e Sport Business.

Além disso, a agência criou e desenvolveu o Rank Sport Marketing, a única ferramenta disponível e confiável para avaliação e adequação do patrocínio esportivo. Por sua vez, medir o retorno de um evento ou patrocínio esportivo é de fundamental importância para o realizador, organizador, patrocinador, participantes, mídia, etc. Para isso, a J.Cocco Sport Marketing utiliza o PhotoMind, um processo que fotografa e mede o grau e a qualidade de memorização que os espectadores tiveram após a realização de um evento. “Conquistar um lugar na mente das pessoas é muito mais significativo e duradouro do que um espaço nas gôndolas”, destaca José Cocco.

Por princípio, a J.Cocco Sport Marketing atende somente uma quantidade de clientes que seus titulares possam se envolver pessoalmente no atendimento e acompanhamento. Em todos os casos, são montadas estruturas de acompanhamento e atendimento, exclusivas para cada cliente.

Fonte: http://www.jcoccosport.com.br/marco2009.htm

Ranking geral genérico de adequação das modalidades ao marketing esportivo | (o Ranking é atualizado permanentemente)

  Esporte Ranking Abril 2009 Ranking Outubro 2006
  1º | FUTEBOL   1479   1533
  2º | VOLEIBOL   1366   1395
  3º | AUTOMOBILISMO   1349   1400
  4º | TÊNIS   1194   1219
  5º | GINÁSTICA   1149   1376
  6º | GOLF   1098   1118
  7º | HIPISMO   1054   1005
  8º | MOTOCICLISMO   975   961
  SURF   952   913
  RADICAIS   920   851
  CICLISMO   916   820
  ATLETISMO   914   884
  POLO   906   945
  FUTSAL   892   869
  DESPORTOS AQUÁTICOS   868   950
  HANDBALL   787   833
  TRIATHLON   773   816
  VELA E MOTOR   771   865
  PARAQUEDISMO   725   805
  BICICROSS   700   800
  ESQUI AQUÁTICO   650   737
  SKATE   601   613
  BASQUETE   582   914
  VÔO A VELA   567   660
  JUDÔ   539   654
  BASEBALL E SOFTBALL   518   529
  TIRO ESPORTIVO   485   648
  TÊNIS DE MESA   483   485
  HOQUEI E PATINAÇÃO   442   590
  BADMINTON   436   526
  PESCA E DESPORTOS SUBAQUÁTICOS   435   586
  DESPORTOS NA NEVE   424   581
  ESGRIMA   421   582
  SQUASH   389   587
  PENTATLO MODERNO   383   535
  REMO   381   501
  DESPORTOS NO GELO   360   517
  38º | XADREZ   344   525
  HOQUEI SOBRE GRAMA E INDOOR   332   502
  BOXE   327   483
  RUGBY   317   440
  DESPORTOS UNIVERSITÁRIOS   315   418
  TAEKWONDO   306   656
  ORIENTAÇÃO   276   428
  LEVANTAMENTO DE PESO   276   441
  TIRO COM ARCO   271   429
  CAPOEIRA   267   439
  CANOAGEM   255   470
  KARATE 252   412
  JIU-JITSU   250   410
  KUNG FU WUSHU   249   432
  CULTURISMO E MUSCULAÇÃO   248   478
  LUTAS ASSOCIADAS   246   406
  CAÇA E TIRO   214   359
  55º | BOLICHE   191   406
     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.ranksportmarketing.com.br//index1.php



 

«Marketing desportivo. Para todos os tipos de verba»

Marketing Esportivo. Para todos os tamanhos de verba é um artigo constsnte do número 9 da  revista do CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), integrado no tema de capa.
O marketing esportivo tem se revelado uma ferramenta muito especial para a comunicação publicitária, inclusive pela capacidade de queimar etapas na construção de marcas.
Por isso, a associação entre o marketing esportivo e a publicidade é cada vez mais intensa e bem sucedida, atraindo verbas de grandes, médios e pequenos anunciantes (quem disse que o marketing esportivo só está ao alcance de quem tem muito dinheiro para investir?) e renovando os desafios para as agências (quem disse que elas não têm um papel importante a desempenhar?), pois o marketing esportivo gera resultados tanto maiores na medida em que se associa às ferramentas mais tradicionais da comunicação publicitária.

A revista CENP foi acedida através do sítio da Federação Sul-Matogrossense de Xadrez (FESMAX).

Fonte: 26 de junho de 2009 | http://aladerei.e-xadrez.com/


:: O XADREZ E AS "HAVAIANAS"

GXBG | Sábado, 27 de junho de 2009 | http://www.gxbg.com.br/

(Uma abordagem sobre a questão da visibilidade do xadrez no marketing desportivo)
Ricardo Paolucci

Há um certo tempo venho discutindo este assunto, seja com pessoas do meio enxadrístico ou com profissionais que atuam no segmento de administração e marketing esportivo.

Meu ponto de vista e argumentação remete-se à estratégia de grandes empresas em momentos de crise, queda de produção ou redução do seu público consumidor.

Em muitos casos, o que podemos acompanhar é o “rejuvenescimento da marca/produto” e, para ilustrar, temos um caso exemplar: A empresa Alpargatas e suas sandálias “Havaianas”

Quem viveu intensamente os anos 70 e 80 pode recordar – e concordar – que este produto era tipicamente visto e associado com o “calçado das empregadas domésticas”, tinham apenas um caráter funcional e, ano a ano perdia cada vez mais mercado.

Pois eis que, ao final dos anos 90, a história começa a mudar e o que antes era uma simples sandália de borracha, se tornou um acessório de moda, valorizado em todo o mundo e atingindo um público que jamais poderia ser imaginado há 3 décadas. 

Trazendo este cenário para o Xadrez, o que podemos encontrar?

Tirando os “praticantes intensos”, a visão global, ainda, associa o xadrez com quem e o quê?

Não é difícil responder: Mequinho e “pessoas nerds”.

É incrível que, passados mais de 30 anos do auge de sua carreira, seja ele ainda o “top of mind” da grande maioria da população e da mídia nacional. E aqui não vai nenhuma crítica ao GM, ao contrário, pois ele fez por merecer este reconhecimento.

Vejam que são situações semelhantes ao “case Havaianas”.

Além dos já consagrados Milos, Vescovi e Leitão, temos uma nova geração de jovens talentos extremamente promissora – Fier, Diamant, Krikor – e que em nada lembram aquela figura “nerd” tão enraizada na mente daqueles que apenas acompanham superficialmente este esporte.

O que falta, então?

Simplesmente conseguir atingir o mesmo “efeito Guga” que quintuplicou os praticantes de tênis. Porém, neste caso, minha sugestão é seguir um cronograma de planejamento estratégico que fatalmente dará resultados em médio prazo, consolidando este modelo para o longo prazo.

Fácil falar – ou escrever – mas como executar?

Seguem alguns exemplos:

·         Melhoria da estrutura administrativa das Federações e Confederação, com profissionais capacitados para realizar uma gestão profissional, com destaque principal para:

Marketing: para elaboração de todas as propriedades e retornos (imagem/institucional), além de contatos com patrocinadores / investidores em potencial;

Comunicação: atuação direta com todo material de divulgação e assessoria de imprensa para as mídias existentes;

Informática/Tecnologia: criação de um site que seja AGRADÁVEL , INTERATIVO, ATUALIZADO DIARIAMENTE (e, se for caso, várias vezes ao dia);

·         Massificação dos participantes, nas escolas, clubes ou competições “acessíveis”, tanto do ponto de vista estrutural como financeiro;

·         A criação de um calendário unificado, com implantação de um circuito nacional, privilegiando TODAS as capitais do país, em TODAS as categorias, com realização da “Semana do Xadrez” em cada uma delas, com premiações atraentes, envolvendo atividades paralelas durante as competições (sejam palestras de profissionais não necessariamente ligados ao xadrez, mas que consigam fazer analogia de sua área de atuação com a modalidade), feira com exposição de produtos e serviços, clínicas e atividades interativas aos expectadores;

·         Aproveitar as oportunidades fiscais proporcionadas pelo Ministério do Esporte (vide Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte – Lei 11.438/06), formatando projetos que beneficiem a comunidade enxadrística e o seu desenvolvimento para que, cada vez mais, tenhamos atletas entre os melhores do ranking mundial.

A mídia só vai atrás do que seja interessante em termos de repercussão. O patrocinador / investidor também atua e pensa da mesma maneira. Por isso, no caso do Xadrez, este processo deve começar o quanto antes.

É mais do que necessário “rejuvenescer” e “profissionalizar” nosso produto e torná-lo atrativo e desejado pelas pessoas – tal qual uma “Havaianas”.

Ricardo Paolucci é graduado em Administração de Empresas e Negócios, profissional de Educação Física, pós-graduado em Administração e Marketing Esportivo, mestre em Administração, Consultor e Gestor de Esportes e Entretenimento. Premiado como “Gestor Esportivo de 2009” pela Confederação Brasileira de Clubes. E enxadrista!

Fonte: http://www.gxbg.com.br/notaschess/2009/090627_paolucci.html


Amanhecer (Breaking Dawn) é o quarto livro da série Crepúsculo (ainda aguarda seu lançamento no Brasil), escrita pela autora americana Stephenie Meyer. Seus livros já venderam mais de 25 milhões de cópias e foram traduzidos para 37 idiomas.
 
Amanhecer, segundo a livraria Barnes & Noble: Crepúsculo foi uma tentação para a imaginação. Lua Nova deixou os leitores sedentos por mais. Eclipse transformou a saga em um fenômeno mundial. E agora, o livro pelo qual todos estiveram esperando…
 
Amanhecer, o último livro da saga número um na liderança de vendas, te deixará sem fôlego.
 
Fonte: http://www.lendo.org/breaking-dawn-amanhecer-lancamento-stephenie-meyer/


Será que chega entender os bons patrocinadores que o xadrez precisa?

O portal scn, publicou um artigo de Daniel Sá, onde é abordado o marketing desportivo, os patrocinadores e as diversas modalidades desportivas – Quer arranjar patrocinadores? Tente entendê-los primeiro…

Este artigo revela-se de um grande importância. De facto, na sequência de outros já publicados sobre esta área, este destaca-se pela divisão que o autor faz das várias modalidades “na óptica do marketing”, segundo afirma.

É curiosa a classificação que Daniel Sá atribui a modalidades nas quais inclui o xadrez – «desportos de Nicho, ou seja, modalidades que se dirigem a segmentos específicos da nossa sociedade».

Após a leitura do artigo de Daniel Sá fico com a ideia que o xadrez nunca terá grandes patrocinadores, mas apenas “mecenas” e estes terão que ser grandemente altruístas, provavelmente com uma ajudinha nos “benefícios fiscais”.

Quer arranjar patrocinadores? Tente entendê-los primeiro

Daniel Sá | 29/06/2009 10:06 | http://www.scn.pt/

 

As modalidades desportivas são cada vez mais utilizadas pelas empresas para comunicar as suas marcas e produtos. Existem modalidades seculares e outros que têm conquistado espaço e notoriedade nos últimos anos. Mesmo as mais antigas, têm sentido a necessidade de se adaptar aos novos tempos seja através da alteração das regras, formatos competitivos ou organização dos modelos competitivos. Numa óptica de marketing propomos uma divisão das modalidades em 10 segmentos distintos: artes marciais e lutas, motorizados, náuticos e aquáticos, nicho, aventura, frio, calor, massas, novos desportos e culto do corpo e bem-estar. Trata-se de uma forma de entender o que buscam as empresas quando apostam no desporto.

 

Num primeiro grupo podemos identificar as modalidades ligadas às Artes Marciais e Lutas. Neste grupo podemos encontrar modalidades como Aikido, Boxe, Capoeira, Full Contact, Jiu-Jitsu, Judo, Karaté, Kung-Fu, Shotokai ou Taekwondo. Algumas destas modalidades são milenares e estão associadas a rituais de origem oriental. Exigem enorme disciplina e rigor aos seus praticantes sendo consideradas excelentes modalidades para o desenvolvimento físico e indução de regras de comportamento. Nos últimos anos tem sido explorada a vertente de defesa pessoal, sendo procurada por muitas pessoas para fazer face ao sentimento de insegurança crescente na sociedade actual. Não costumam produzir grandes eventos, atrair grandes patrocinadores ou audiências televisivas significativas. 

 

Ao nível dos desportos Motorizados podemos encontrar modalidades como Automobilismo, Motociclismo, Motonáutica, Karting ou Motocross. Muito ligada à indústria das motas e automóveis este grupo de modalidades sempre viveu rodeada de somas avultadas. As marcas têm utilizado as equipas de competição como forma de evidenciar a sua supremacia e todos os negócios complementares (pneus, combustíveis, lubrificantes ou acessórios) têm transformado estes eventos desportivos em sucessos altamente rentáveis. A exposição mediática é mundial, os patrocínios são avultados e as audiências são verdadeiramente globais.

 

Nos desportos Náuticos e Aquáticos encontram-se modalidades como o Bodyboard, Canoagem, Caça Submarina, Esqui Aquático, Mergulho, Natação, Remo, Surf, Vela, Wakeboard ou Windsurf. O elemento água foi sempre decisivo para a sociedade, fundamental até para a nossa sobrevivência, e tem sido também bastante explorada em termos de actividade desportiva. Seja em rio, mar ou recintos construídos pelo homem são inúmeras as possibilidades de praticar desporto com água. Algumas destas modalidades têm pouca atenção mediática mas outras conseguem atingir audiências e captar patrocínios de elevado significado.

 

Ao quarto grupo apelidamos de desportos de Nicho, ou seja, modalidades que se dirigem a segmentos específicos da nossa sociedade. De um leque alargado de modalidades podemos encontrar conceitos muito diferentes como a Columbofilia, Esgrima, Golfe, Pólo, Hipismo, Squash, Pesca, Tiro, Tiro com Arco, Xadrez, Badminton, Críquete, Corfebol, Curling, Halterofilismo, Minigolfe, Ténis de Mesa, Triatlo ou Pólo Aquático. Estas modalidades são aproveitadas por marcas que querem trabalhar segmentos específicos pelo que algumas delas conseguem obter índices de rentabilidade muito interessantes.

 

Com maior crescimento nos últimos anos surgem os desportos de Aventura apresentadas em modalidades como o Mountain Bike, Montanhismo, Balonismo, Orientação, Parapente ou Escalada. Têm em comum o facto de serem desportos que proporcionam um contacto muito próximo com a natureza sendo por isso bastante valorizados por um número crescente da população actual. Mantém-se à margem dos grandes eventos, patrocínios ou audiências.

 

Com pouca ou nenhuma tradição no nosso país devido aos factores climatéricos existem ainda os desportos de Frio, tais como o Esqui, Snowboard, Hóquei no Gelo ou Bobsleigh. Nos países com climas mais propícios são praticados durante todo o ano constituindo-se alguns como enormes espectáculos de entretenimento e diversão e produzindo regularmente verdadeiras estrelas mediáticas.

 

Em contra-ponto surgem os desportos de Calor, onde normalmente aparecem as variantes dos desportos clássicos, nomeadamente Andebol de Praia, Futebol de Praia, Rugby de Praia ou Voleibol de Praia. Este tipo de variantes, geridas pelas respectivas federações, sofrem algumas adaptações para poder funcionar nas praias. Para além de já contarem com um público fidelizado acabam por atingir novos segmentos aproveitando o facto das competições terem lugar em locais de grande afluxo de pessoas. São desportos de enorme espectacularidade, normalmente associados a música e juventude, e atraem grandes multidões, patrocinadores e atenção mediática.

 

No oitavo grupo de modalidades temos aquelas que mais directamente se dirigem às grandes Massas. Aqui os exemplos são vários, podendo ser apontado o Andebol, Basquetebol, Futebol, Futsal, Hóquei em Campo, Hóquei em Patins, Rugby, Voleibol, Ciclismo, Ténis ou Atletismo. Podemos também apelidá-las de modalidades clássicas, pois existem há várias décadas e fazem parte inclusive da formação escolar na maior parte dos países. Sendo modalidades de grande popularidade, são seguidas por muitos espectadores, alvo de inúmeras transmissões televisivas e capazes de atrair grandes somas dos patrocinadores.

 

As novas gerações têm sido pródigas em fomentar o aparecimento de Novos Desportos. Aqui as novidades são constantes, muitas vezes não passam de modas efémeras, mas outras persistem no tempo como o Aggressive Inline, Skate, BMX, Wrestling, Kitesurf ou Paintball. As novas gerações dão-lhes tal importância que surge uma indústria forte a suportar todos os negócios envolventes. Não deixa de ser relevante a existência do canal Eurosport 2 dirigido especificamente a este tipo de modalidades ou o incrível sucesso dos X Games, espécie de jogos olímpicos radicais nos Estados Unidos da América.

 

Por último e, seguindo as actuais tendências da sociedade, surgem os Desportos vocacionados para o culto do corpo e bem-estar tais como o Culturismo, cardio-fitness, yoga ou as inúmeras modalidades do fitness. Para além da busca da perfeição corporal, este tipo de modalidades está também intimamente ligada a relações sociais fortes entre os seus praticantes.

 

Fonte: http://www.scn.pt/


Domingo, 28 de Junho de 2009

257- Sobre Maçãs e Laranjas

SPRAGGETT ON CHESS


On Friday I wrote about a recently published marketing study done in Brazil (the 5th largest country in the world). One of the important conclusions drawn from this highly regarded study is that chess can not compete successfully for sponsors' dollars. That chess, simply, does not have the visibility and prestige to warrant serious consideration from serious sponsors.

Since Friday, when the essence of that study was published on http://aladerei.e-xadrez.com/, a couple of other articles have appeared in response to this study. One very interesting response is http://www.gxbg.com.br/notaschess/2009/090627_paolucci.html .


While comparing Brazil and Canada might seem to some like comparing apples and oranges, we should not lose sight that in both countries chess has the same sponsorship problem: chess does not attract sponsors.



True, in the recent past the CFC has been lucky in getting some sponsorship for the National Team and the Zonal tournament. But this sponsorship is really from some stronger than average chess players who made it big in business and wanted to give a bit back. We have to thank them for their efforts. We should not be surprised that this sponsorship has stopped, either.


Chess does not return visibility and prestige to sponsors.


One of my conclusions in the Friday blog was that we chess players have to realize that the only way things are going to improve in Canada is if we chessplayers take control of our destiny and start doing the right things. Things that will change the way chess is viewed by sponsors.


Where do we Canadians start to change things around? A very important question. The article mentioned above (by Paolucci, who has a long list of university business degrees and has won some prestigious awards for his work ) recommends , among other things, that we improve the administrative structure of the national federation and attract qualified professionals who can:

1) explore ways to improve the marketing potential of the game

2) improve communication with the media so that they become aware of chess

3) use IT to create an online site that is interactive, visually attractive and updated daily (preferably several times daily)



But, as we know, the CFC has tried this to some extent (not very hard, it seems at times) but has failed to get beyond first base:


1) while some of those who have been elected may have professional qualifications, they don't have the specific qualifications to implement any of the above 3 suggestions. David Lavin, in particular, has not been able to transfer the skills that have made him a rich man as a promoter to the chess world. Neither David nor anyone else on the Executive know the first thing about marketing, nor do they have any ideas on how the CFC can do this. Have any of them even mentioned the word ''marketing'' this past year??

2) how can we expect to improve communication with the media when the President and the executive are not able to maintain even a low level communication with the Governors , let alone with the membership? There is zero communication in this administration. The GLs serve to inform the governors of decisions taken where they were out of the loop or to present nonsense motions that will change nothing.


3) a feeble attempt was made to implement a webzine, but it was doomed to fail before it even began because the President did not give a realistic budget for it. And what was produced was better than what the President deserved, but the membership found it unfriendly, difficult to access and tedious.


The only thing that the CFC can do now , is to try harder next year and hopefully learn from its mistakes. Hopefully be sincere about trying to solve problems and improve things.But what realistic chances are there for this coming about if David Lavin is going to be President?

Shouldn't someone who has failed at everything he has put his mind on NOT want to run for re-election?

I know that I have been very critical of David on this blog. But I have been sincere and honest with David! I have told him to his face: he is a DISASTER.

David is running on empty: pure 100% ego. He does not want to admit failure, no matter how much it is staring him in the face!

As pointed out last week:

1) David has alienated or fired virtually everyone he has met this past year.

2)he has exhausted the patience of the membership and depleted what little good will existed

3)he has failed with every project he has tried to bring to fruitation

4)he has brought in ZERO sponsorship

5)he has suggested no new ways to realistically improve revenue generation

6)he has no new projects in the pipeline


And there are other things to list, but , seriously, the truth is that David still wants to be Prez! I suppose that the CFC has fallen so low in the past 10 years that we should not be too surprised that we attract someone like David. The fit contains symmetry: we are masochists, and David is our sadist!



Fortunately, being President is not up to David. It is up to the Governors. Can the Governors be so stupid and short sighted that they re-elect

Fonte: espetacular blog do Kevin Spraggett
Grifos: de Maiakowsky.

Uma vez meu psicanalista disse: "Eduardo, os problemas são todos iguais!". Acho que é bem isso. Do texto sobre uma realidade canadense, grifei o que considero legal para refletir. Quem não manja muito inglês vale a pena usar com paciência um dicionário ou pedir auxílio a alguém para traduzir. As reflexões são muito boas!

http://maiakowsky.blogspot.com/2009/06/257-sobre-macas-e-laranjas.html


Sunday, June 28, 2009

Following up on the Marketing study.../editorial

SPRAGGETT ON CHESS
http://kevinspraggett.blogspot.com/2009/06/following-up-on-marketing-study.html
 

 

Friday, June 26, 2009

Chess lacks ''visibility and prestige''; MARKETING STUDY

SPRAGGETT ON CHESS



Yesterday ,on the highly respected portuguese website http://aladerei.e-xadrez.com/ , appeared a small article about a recently published sports-marketing study in Brazil. The company responsible for this study was a brazilian company: J.Cocco Sport Marketing.


This study is very interesting because it approaches sports marketing from a purely business/sponsorship focus. What does the sponsor get in return for his investment? What is the sport that is best tailored to each sponsor's individual needs?


This company is the industry leader in Brazil with more than 30 years experience in the field of administration, sports and marketing.

It has created http://ranksportmarketing.com.br/index1.php the only reliable tool/indicator available (according to the company) for the evaluation , assessment and modelling in the area of sports marketing in Brazil. Keep in mind that Brazil is the 5th most populated country in the world (estimated 190 million) and there is plenty of sunshine and leisure time.

J. Cocco Sport Marketing uses PhotoMind, a process that photographs, measures and evaluates the degree and quality of recall by sports event spectators. It is similar to Visual Impact Methodology (VIM). It is all greek to me, but rest assured that it is well respected by industry specialists! There are hundreds of millions of dollars (even billions!) of sponsorships at stake, and these marketing tools have to be proven effective.



As the study took place in Brazil, only those sports practiced in Brazil were considered. (Clearly, for Canada the list of sports would be slightly different .) Out of the 55 sports considered, Chess ranked 38th, having fallen 2 places since the last study in October of 2006.




At the top of the list is, clearly, soccer (everyone in Brazil plays!) , followed by volleyball, car racing, tennis, gymnastics,golf etc.





The study is based on 20 different criteria, taking into account sex, economic and geographic factors, as well as visibility/ coverage in the media, popularity among different age groups amongst other elements.



The study is revealing about the place of chess in Brazilian society (chess is more popular in Brazil than Canada, so you can draw the appropriate conclusions!) . In essence, according to this study, chess is seen to be a marginal activity , both by the general population and the potential sponsors. In particular, chess lacks both visibility and prestige.



We Canadian chess players can relate to this study from our own personal experiences. Especially in Toronto, Canada's biggest city, chess has zero visibility and the chess community that exists is fighting a losing battle. What few clubs can be found are being quickly pushed farther and farther from the city centre.

We sometimes get excited when chess elements are found in the occasional advertizement, but we forget that there are hundreds of thousands of advertizements.


In these circumstances, it should be clear to all that the only ones who can help improve the situation are the chess players themselves. The chess organizations in Canada today (CFC, CMA, and the provincial associations) do not have any community-wide visibility . Any future that chess might have in Canada will likely not be connected to these weak and ineffective organizations. The stereotype is dead.


There are fewer chess columns than at any previous point in Canadian history, for example. The CFC is on the verge of bankruptcy and is cutting back both services to its dwindling memberships and promotional activities. The CMA organizes nothing for the average player and its school program is stagnating. The provincial associations are impotent.


I think that the worse thing any organizer can do, given the results of the recent study, is to continue to organize chess events in church basements and vacant community centres and school cafeterias: chess needs to improve its visibility!

SPRAGGETT ON CHESS
 
 
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